Corpo, alma som.
Lama, caos, tecnologia.
Zambo, Molambo, Mocambo.
Poesia do corpo e rima da alma.

 

Se um homem roubado nunca se engana, a verdade está no verso e não no inverso. Uma obra que persiste no tempo, na maneira firme de falar sobre um Recife que superou os limites regionais e estéticos e entrou para a história.

 

Uma terra onde os Xangôs e Palafitas dividem espaço na narrativa antropológica de um lugar colonizado por gente de todo o mundo.

 

Um espetáculo feito a várias mãos, pés e sons. O couro da alfaia, do negro, do senhor de engenho cuja engenharia agora não mói mais cana, mas imprime, edita, se conecta a internet.

 

Um espetáculo que fala sobre o movimento do mangue, mas que anda para frente, fazendo menção ao homem-caranguejo que não está mais no mesmo lugar

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